gerado no seu navegador
Clique em gerar e depois em copiar: só o segredo vai para a área de transferência, sem passar pela tela. Ele é sorteado aqui dentro, na sua máquina, e não é enviado para lugar nenhum.
Nenhum segredo gerado ainda. Clique em “Gerar segredo”.
Um sorteio à parte, só para você ver a cara do acaso. Os bytes do seu segredo não aparecem aqui — nem em cor, nem em número.
Gere o segredo. Clique no botão acima. Cada clique produz um valor novo e diferente — é para ser assim.
Copie o segredo. O valor fica oculto na tela — os pontinhos estão no lugar dele. O botão “Copiar” leva só o segredo, sem o nome da variável e sem aspas.
Cole no arquivo .env do projeto. É onde o projeto guarda suas senhas. Se já existir uma linha com esse mesmo nome, substitua a linha antiga inteira.
Reinicie a aplicação. Ela lê esse arquivo só quando liga. Quem estiver logado vai precisar entrar de novo — isso é o efeito esperado de trocar o segredo.
Quando alguém faz login num sistema, ele recebe um crachá digital. O segredo é a chave que carimba esse crachá e prova que ele é legítimo.
Se a chave for curta ou for uma palavra comum, alguém consegue descobri-la testando possibilidades no próprio computador, sem nem tocar no seu sistema — e daí passa a fabricar crachás de quem quiser. Por isso o valor gerado aqui é longo e sorteado, e não escolhido.